Palestra proferida em 21 de novembro de 2020 para os alunos de mestrado e doutorado da UFPR sobre Neurociência, Tecnologias 4.0, Qualidade, Lean Six Sigma e Biossensores.

Agradeço aos Prof. Pablo e Catapan pelo convite para poder compartilhar minhas ideias no Super Case Industrial. De fato, é necessário que engenheiros e profissionais da saúde falem a mesma linguagem. Deste modo, as inovações tecnológicas podem ser focadas nos pacientes, em vez de serem focadas em dispositivos.

A utilização de biossensores permite a parametrização e consequente monitorização. Ao considerarmos a máxima “O que não é medido não pode ser gerenciado”, fica claro o papel fundamental da captação de dados que poderão ser aplicados diretamente nos tratamentos propostos.

Isso, em última instância, leva a melhores desfechos ao menor custo. Isso é qualidade.

 

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