Recentemente eu tive a oportunidade de ministrar uma palestra no Curso de Neuromodulação Invasiva InDor-DF. Posteriormente, eu pude compartilhar minhas ideias sobre o manejo da dor na PUC-PR. Foi uma das tarefas mais difíceis até o momento, uma vez que a audiência se compunha pelas mentes mais brilhantes sobre o assunto. A principío, deveria me assegurar que o que falaria teria algum valor a esses distintos colegas. Felizmente, atingi esta meta desde o princípio. 

Achei a resposta de antemão: “Assegurar que o que falaria teria algum VALOR”. Na ocasião da palestra, o valor era definido pela audiência, gabaritados profissionais. Porém, em outras ocasiões, quem definiria o valor? 

Em síntese, o que eu poderia levar de valor aos profissionais da saúde é uma visão que tenho trabalhado nos últimos 2 anos. São ideias que tenho sobre a relação médico-paciente, medicina baseada em evidências, o uso de tecnologias, o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado com quem sabe ter excelência em sua atividade, a indústria.

A junção de tópicos tão aparentemente aleatórios deveria ter uma maneira mais eficiente de ser comunicada. Por essa razão, a música se tornou um elemento extra que facilitou a expressão de minhas ideias outrora desconexas. 

Espero que gostem do storytelling dessa grande metáfora, a minha rapsódia pessoal, entitulado PRELÚDIO DA NEUROMODULAÇÃO.

 

 

Sobre o autor

Ortopedia e Traumatologia
Cirurgia da Coluna Vertebral
Fellow of Interventional Pain Practice

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